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Fim da linha para quadrilha que clonava carros alugados no Rio

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Ação tem como objetivo cumprir mandados de prisão em Jacarepaguá e Campo Grande


|  Foto:
Arquivo/Enfoco

Sete pessoas já foram presas, na manhã desta quinta-feira (18), após durante a “Operação Reditus”, da Polícia Civil, para desarticular uma quadrilha especializada em furto e adulteração de sinal de veículos de locadoras de automóveis.

A ação tem como objetivo cumprir dez mandados de prisão e 23 de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais, nos bairros Jacarepaguá e Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

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Estão nas ruas agentes do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC), por meio da 21ª DP (Bonsucesso).

Em 2022 e 2023, integrantes de quadrilhas especializadas em furtar veículos de empresas de locação de automóveis foram presos em flagrante.

Com as informações obtidas, a equipe da 21ª DP investigou, levantou informações e constatou a existência de uma quadrilha envolvida no crime.

Dez integrantes da associação criminosa foram identificados, indiciados e tiveram mandados de prisão decretados pela Justiça, além de bloqueio de bens.

Esquema

As investigações concluíram que a quadrilha praticou sucessivos furtos de veículos de empresas de locação. O esquema funcionava da seguinte forma: um dos investigados se dirigia até empresas de locação de veículos e alugava um automóvel, em sua maioria, de alto padrão.

Após isso, o carro era levado para endereços de outros integrantes da organização, onde era realizada a instalação de um rastreador por parte dos criminosos.

Na sequência o veículo era levado até um chaveiro para que fosse produzida uma chave reserva. Pouco tempo depois, o automóvel era devolvido e os criminosos passavam a monitorá-lo, aguardando até que outra pessoa o alugasse.

Com o rastreamento, os acusados aguardavam o momento propício, geralmente com o veículo estacionado em locais públicos e de grande circulação e, de posse da chave reserva, realizavam o furto.

Em seguida, o carro era levado para endereços utilizados pela quadrilha, onde eram clonados. Os veículos eram revendidos de variadas formas, inclusive, para outros estados do Brasil e para o Paraguai. Alguns carros também eram enviados para desmanche, onde suas peças eram retiradas e posteriormente comercializadas.

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