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Adversário de Maduro se autoproclama presidente da Venezuela

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María Corina, aliada de González, falou em ‘vitória esmagadora sem discussão’


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Reprodução / Redes Sociais

Em mais um episódio das eleições presidenciais da Venezuela, o candidato da oposição a Nicolás Maduro, Edmundo González, se autodeclarou líder político do país nesta segunda-feira (5). Ato, ainda que simbólico, aumenta a tensão entre as chapas políticas após contestação do resultado e alegações de “falta de transparência” na contagem das atas de votos, que aconteceu no dia 28 de julho.

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Uma contagem paralela, realizada pela oposição, indicou vitória de González por 67% dos votos a 30% de Nicolás Maduro. No entanto, segundo a legislação venezuelana, quem tem poder legal de proclamar um novo presidente é o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), autoridade eleitoral do país. Na semana passada, o órgão disse que Maduro venceu González por 51,95% a 43,18%, com mais de 96% das urnas apuradas.

María Corina Machado, aliada da oposição, emitiu um comunicado sobre a declaração de González.

Nós vencemos esta eleição sem qualquer discussão!



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“Foi uma avalanche eleitoral, cheia de energia e com uma organização cidadã admirável, pacífica, democrática e com resultados irreversíveis. Agora, cabe a todos nós fazer respeitar a voz do povo. Procede-se, de imediato, à proclamação de Edmundo González Urrutia como presidente eleito da República”, disse María.

Na continuação da nota, González e Corina Machado falam que “Nicolás Maduro está se recusando a reconhecer que foi derrotado”, e pediu ajuda do exército para “impedir que Maduro dê um golpe de Estado”.


Em uma live realizada no Youtube, Maduro disse que seus opositores são “terroristas” e disse que eles “têm que estar atrás das grades”.

Repercussão mundial

Os líderes da oposição e diversos países contestam os resultados. A União europeia não reconheceu Maduro como vencedor do pleito, pedindo transparência e nova auditoria. Uma Organização Não-Governamental (ONG), o Centro Cartes, ainda disse que “a eleição da Venezuela não pode ser considerada democrática”.

Estados Unidos, Panamá, Costa Rica, Peru, Argentina e Uruguai foram algumas das Nações que reconheceram Edmundo González como vencedor legítimo das eleições, além dos integrantes da União Europeia.

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