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Alunas brigam em frente a colégio público em Niterói; vídeo

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Briga entre as estudantes aconteceu nesta segunda-feira (5)


|  Foto:
Reprodução / Redes Sociais

Um vídeo gravado em frente ao Colégio Estadual Guilherme Briggs, localizado no bairro Santa Rosa, em Niterói, mostra uma briga entre duas alunas da instituição. As agressões aconteceram nesta segunda-feira (5) e atraíram a atenção de outros alunos e pedestres que passavam no local.

A briga aconteceu fora do horário escolar e da sede da instituição. No vídeo, é possível ver que o conflito evoluiu rapidamente. Uma das alunas, com idade ainda desconhecida, seguiu a outra até o meio da rua e desferiu uma série de socos no rosto da estudante, caída no chão.

As pessoas que estavam no local somente assistiram ao conflito, que só foi apartado depois da intervenção de um homem que passou e ordenou que fossem separadas. 

Reprodução

Segundo relatos, o Colégio Guilherme Briggs trata-se de uma instituição tradicional, com quase 100 anos de existência e que não costuma ter como parte do histórico brigas e confusões deste tipo. 

Medidas tomadas pela Seeduc 

Em resposta ao ocorrido, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) lamentou o incidente e informou que, embora a briga tenha ocorrido fora da unidade escolar, a direção do colégio está prestando toda a assistência necessária às envolvidas.

Ainda de acordo com a Seeduc, os responsáveis pelas alunas foram também chamados à escola, e todas as medidas pedagógicas e disciplinares cabíveis estão sendo tomadas.

Além disso, a Seeduc destacou que o Conselho Tutelar foi acionado, e um Registro de Violência Escolar (RVE) foi formalizado. Esta ferramenta, criada pela secretaria, visa mapear casos de violência, racismo, discriminação e bullying nas escolas.

A Seeduc também reafirmou seu compromisso com a promoção de um ambiente escolar seguro e saudável.

“A Seeduc repudia toda forma de agressão, não compactua com qualquer tipo de violência e discriminação, e reforça também que desenvolve ações pedagógicas de conscientização, escuta ativa e diálogo com os alunos, trabalhando para que a cultura de paz esteja sempre presente dentro e fora dos muros das escolas”, disse em nota. 

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