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Falta de sinalização gera apreensão e medo na BR-493, em Itaboraí

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Pedestre tenta se arriscar entre os veículos para atravessar a estrada


|  Foto:
Quintanilha Filho

Pedestres e motoristas que trafegam pela Rodovia de Contorno da Guanabara, na BR-493, via que liga Itaboraí à Magé, no Rio de Janeiro, reclamam da falta de sinalização e denunciam os riscos que a estrada oferece no dia a dia. Nela, não há nenhuma passarela, semáforo ou placas orientadoras, fazendo com que muitas das vezes as pessoas se arrisquem no trânsito.

Em pouco tempo que a equipe do ENFOCO esteve no local, que é administrada pela concessionária Ecoriominas, foi possível flagrar diversas manobras irregulares de motoristas, além também de pedestres, principalmente alunos, crianças e idosos se arriscando para atravessar a estrada. Uma das maiores reclamações é que a faixa de pedestre, em frente a UPA de Manilha, está praticamente apagada.

De acordo com cozinheira Bárbara Couto de Azevedo, de 42 anos, o problema já perdura há anos. Ela relatou também que se arrisca diariamente atravessando a rua com o seu filho para levar e buscar da escola.

“É um absurdo isso. A gente tem que se arriscar no meio da estrada, com os carros e caminhões passando em alta velocidade. Não tem um sinal aqui, uma passarela. Temos que dobrar a atenção para não correr o risco de ser atropelada, ainda mais eu que estou com meu filho”, contou.

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Além da falta de sinalização, nota-se que o asfalto está com falhas e alguns buracos, dando a sensação de abandono. Outro fato que chama a atenção é que não há nenhum policialmente ou guarda municipal para orientar o trânsito ou a travessia dos pedestres.

Para o motorista Paulo Araújo, de 54 anos e que mora em Teresópolis, na Região Serrana, o trajeto fica ainda mais perigoso a noite. Ele também fez questão de alfinetar a administração da via.

Como eu passo por aqui todos os dias, principalmente a noite quando eu volto para casa, sei o quanto é perigoso isso aqui. A estrada não tem um poste com luz, não tem olho de gato nas faixas para guiar os motoristas, não tem nada. Este é o retrato da má administração do dinheiro público. Gastam milhões e nada é resolvido. Aqui tem acidente direto. Se tiver algum dano no meu carro eles vão pagar?”



Paulo Araújo,

motorista

Procurada Ecoriominas, concessionária que administra a via, não retornou o nosso contato até o momento da publicação desta reportagem.

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