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Internet é cortada por criminosos na Zona Norte de Niterói

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Moradores que trabalham de home-office estão enfrentando problemas


|  Foto:
Quintanilha Filho

Moradores do Bairro Chic e da Teixeira de Freitas, no Fonseca, Zona Norte de Niterói, denunciam que criminosos cortaram o sinal de internet da região, para obrigá-los a utilizar uma operadora gerenciada por eles. Além disso, segundo as denúncias, os locais também sofreram com cortes de energia.

De acordo com os relatos, o sinal da operadora Claro foi cortado pelos bandidos no dia 19 de junho, durante a madrugada, pela primeira vez. No dia seguinte, os moradores receberam uma mensagem da prestadora do serviço de internet informando que seus técnicos estavam sofrendo ameaças, mas que tentariam resolver o problema o quanto antes.


Operadores mandou mensagem aos moradores da região que sofrem com o corte de internet


|  Foto:
Grupo Enfoco

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De acordo com a denunciante, que pediu anonimato, o sinal foi restabelecido no dia seguinte (20) mas novo corte aconteceu ocorreu dias depois. Desta vez, nesta quarta-feira (3) e, até o momento da publicação desta reportagem, não tinha voltado. A pessoa que entrou em contato com o ENFOCO informou ainda que muitos moradores estão com problemas inclusive por trabalho, por prestarem os serviços de sua própria residência.

Onde moro, se eu não tiver internet, fico sem comunicação com as pessoas, pois não pega 4G. Meu marido trabalha home office e teve que correr pra outro lugar pra trabalhar. Os moradores também ficam sem se comunicar entre si ou com parentes e amigos por causa da falta do sinal de rede móvel.



Denunciante anônimo,

Morador da Teixeira de Freitas

Luz cortada também 

Ainda segundo o relato, os criminosos também já cortaram a energia do local. O pior momento foi em novembro de 2023, quando, segundo a denunciante, toda a comida de sua geladeira estragou.

Procurada, a Claro informou que, por se tratar de uma questão de segurança pública, a Conexis (entidade que representa as operadoras de telecomunicações) irá se posicionar com resposta setorial. Contatada, a Conexis não enviou resposta até a postagem desta reportagem. 

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