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Presidente afastado da Alerj é investigado por favorecer facção criminosa

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A Polícia Federal indiciou o presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), e o ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, além de outras três pessoas, por organização criminosa, obstrução de justiça e favorecimento pessoal, no inquérito que investiga o vazamento de informações sigilosas para integrantes do Comando Vermelho (CV).

Segundo a PF, Bacellar exercia “macroinfluência” na política fluminense e atuava como elo político da facção, facilitando a proteção e interesses do CV. TH Joias, ainda preso no Presídio Federal de Brasília, seria responsável por intermediar armas e equipamentos tecnológicos para o grupo criminoso.

O inquérito, enviado ao STF, inclui pedidos de quebra de sigilos telefônicos e bancários dos acusados e aponta uma rede de conexões indevidas dentro do setor público, caracterizando um “estado paralelo” que compromete operações policiais.

Bacellar foi preso em dezembro, liberado poucos dias depois e cumpre medidas cautelares, enquanto TH Joias permanece detido. A investigação também envolve a ex-servidora Flávia Júdice Neto, esposa do desembargador Macário Júdice Neto, entre os indiciados.

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