O presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi exonerado nesta sexta-feira (23) após ser alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal no Rio. A decisão foi assinada pelo governador Cláudio Castro.
Deivis afirma que pediu a exoneração para garantir transparência nas investigações. Já o Governo do Estado informou que ele vinha sendo investigado desde dezembro pela Controladoria-Geral do Estado e determinou o afastamento.
A ação faz parte da Operação Barco de Papel, que apura suspeitas de irregularidades em investimentos do Rioprevidência em fundos ligados ao Banco Master. Segundo a PF, cerca de 970 milhões de reais foram aplicados entre 2023 e 2024 em operações consideradas de alto risco.
Mandados foram cumpridos na casa do ex-presidente e na sede da autarquia. Deivis estava em férias no exterior. O Banco Master está em liquidação extrajudicial desde novembro e é investigado por suspeitas de fraude.
Em nota, o Rioprevidência informou que os investimentos seguiram a lei e que o pagamento de aposentadorias e pensões não será afetado.
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