A Prefeitura de Maricá já registrou mais de 63 mil atendimentos e ações nos Centros de Atenção Psicossocial em 2026. O balanço reflete a descentralização dos serviços e o fortalecimento da rede municipal de Saúde e reúne acolhimentos, atendimentos individuais e familiares, atividades em grupo, atenção a crises, visitas domiciliares, além de estratégias de redução de danos.
No Setembro Amarelo, mês de cuidado com a saúde mental, o município evidencia a assistência humanizada e descentralizada da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). O secretário de Saúde, Marcelo Velho, destacou que os atendimentos são impulsionados pela integração dos serviços na cidade. “A campanha traz uma mensagem que precisa estar presente durante todo o ano: falar sobre saúde mental, identificar sinais de sofrimento e buscar ajuda. Nosso compromisso é continuar avançando na construção de uma rede integrada, acessível e humanizada, colocando o cuidado com as pessoas no centro das ações”, afirmou.
A porta de entrada preferencial para os atendimentos psicossociais é a Unidade de Saúde da Família (USF). São 29 unidades na cidade, onde equipes multiprofissionais realizam o acolhimento de casos leves e moderados com escuta qualificada e acompanhamento contínuo.
Para casos graves e persistentes, a estrutura é composta pelo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (Caps AD), pelo Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) e pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III, que funciona 24 horas e disponibiliza leitos de acolhimento noturno. Em situações de crise ou urgência, a população pode recorrer ao Hospital Municipal Conde Modesto Leal, às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pelo telefone 192.
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