Geovani Faria da Silva, um dos maiores ídolos da história do Vasco da Gama, morreu na madrugada desta segunda-feira (18), aos 62 anos, em Vila Velha, no Espírito Santo. Conhecido como “Pequeno Príncipe”, o ex-jogador sofreu uma parada cardiorrespiratória após anos enfrentando problemas cardíacos. Ele chegou a ser socorrido após passar mal, mas não resistiu.
A notícia provocou comoção imediata entre torcedores, ex-companheiros de equipe, clubes e personalidades do futebol. Referência técnica de uma geração, Geovani construiu uma trajetória marcante e deixou seu nome eternizado na memória vascaína.
Revelado pela Desportiva Ferroviária, o meia ganhou destaque nacional no início da década de 1980 ao vestir a camisa do Vasco. Com habilidade, visão de jogo e estilo elegante dentro de campo, rapidamente se transformou em uma das principais referências do meio-campo cruzmaltino.
Sua passagem pelo clube foi marcada por números importantes: foram 408 jogos e 50 gols marcados, desempenho que o colocou entre os grandes nomes da história do Vasco. Vestindo a tradicional camisa 8, Geovani se tornou símbolo de criatividade, talento e liderança técnica.
Mais do que os números, o “Pequeno Príncipe” marcou gerações de torcedores com seu futebol refinado e sua identificação com o clube. Seu legado ajudou a construir parte da identidade vascaína nos anos de ouro da equipe.
Em nota de pesar, o Vasco lamentou profundamente a morte do ex-jogador e destacou sua importância histórica para o clube e para milhões de torcedores.
O futebol brasileiro perde um de seus nomes mais talentosos, enquanto a torcida vascaína se despede de um ídolo que atravessou gerações e escreveu seu nome entre os grandes da história cruzmaltina.
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